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JOVEM DE 19 ANOS MORRE COM SUSPEITA DE CORONAVÍRUS NO HUT; SAÚDE INVESTIGA.


HÉRLON MORAES E CAROLINE OLIVEIRA
REDACAO@CIDADEVERDE.COM
Um jovem de 19 anos morreu nesta quarta-feira (25) com suspeita de Covid-19 em Teresina. Ele estava internado no Hospital de Urgência da capital (HUT) após ser transferido do Hospital do Parque Piauí. Segundo apurou o Cidadeverde.com, o jovem tinha quadro de vômito há quatro dias. Ao dar entrada no HUT, apresentou insuficiência respiratória, vindo a óbito. Foi feita a coleta de amostra para descartar ou não a possibilidade de contaminação por coronavírus. A Secretaria de Saúde do estado disse que o caso está sendo investigado.
“Qualquer pessoa que tenha sintomatologia é considerado suspeito. O Brasil decretou que a contaminação é comunitária. Esse paciente deu entrada oriundo do Parque Piauí. Ele não foi para o HUT por suspeita de coronavírus, até porque não somos referência em coronavírus. Ele tinha vômito e baixa de consciência, por isso veio pra cá. Chegando aqui se agravou e teve um quadro de insuficiência respiratória. O médico que estava atendendo solicitou o exame da covid-19. Foi coletado, porém, esse exame não é feito no HUT”, explicou o diretor do HUT, Rodrigo Martins.
O diretor disse que, como é recomendado nesses casos, no atestado de óbito consta que a causa da morte ainda está por definir até que o resultado do exame saia. Rodrigo Martins explica também que todo o protocolo estabelecido pela Anvisa deve ser seguido em caso de óbito, como o imediato enterro da vítima.
“Estamos montando ainda um comitê de protocolo tanto em relação ao atendimento como em relação ao óbito dessas pessoas. Mas a orientação é que o sepultamento ocorra logo. O corpo é envolto de um TNT mais largo e colocado em saco cadavérico fechado e borrifado. O sepultamento deve ocorrer o quanto antes e em caixão fechado”, afirmou, reforçando que só o exame dirá se o paciente estava com a covid-19.
“Podemos dizer que é um caso de covid? Não. Mas também não podemos dizer que não é. Só o exame dirá. Precisamos aguardar o exame pra definir a causa morte. É um negócio novo. Vamos rezar para essa pandemia não estourar como foi na Itália para que as pessoas que precisem de UTI tenham atendimento”, finalizou Martins.

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