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PREFEITURA VAI PROCESSAR PESSOAS QUE ESTÃO NEGANDO QUE IDOSA MORREU DE COVID-19 NO PIAUÍ.

PROCESSO CIVIL E CRIMINAL 

A Procuradoria Geral do Município de Picos, através do advogado Maycon Luz, afirmou que vai processar civil e criminalmente as pessoas que tem espalhado áudios e demais publicações em redes sociais negando que a idosa de 79 anos, falecida no Hospital Regional Justino Luz (HRJL), tenha sido vítima da Covid-19. As informações são do Boletim do Sertão.

“A Procuradoria do Município está preparando representações criminais para o Ministério Público e para a Polícia Civil, para apurar a prática de crimes contra a honra e crimes contra a saúde pública, e também ações cíveis de reparação de danos, tendo em vista que o trabalho e a credibilidade dos agentes públicos Município de Picos está sendo atingida”, declarou Maycon.
O procurador alegou que a situação se torna mais delicada em decorrência desse momento em que todos estão com medo da pandemia do coronavírus. “Enquanto o Município de Picos está adotando a política do isolamento social, esses áudios e mensagens acabam confundindo a cabeça das pessoas que terminam por desacreditar das ações e decretos propostos pelas autoridades”, afirmou.
Maycon Luz alegou ainda que os questionamentos quanto aos resultados dos exames que atestaram que idosa tinha coronavírus tem gerado um grande desconforto social uma vez que há a insinuação que os agentes públicos “estariam falsificando documentos”.
Boletim
A informação de que a idosa do município de Picos tinha morrido em decorrência do coronavírus foi divulgada no boletim da Secretaria Estadual de Saúde (SESAPI) na noite do último sábado (18). A senhora em questão estava em São Paulo a passeio e retornou há 15 dias. Na noite da quinta-feira ela se sentiu mal e foi levada às pressas para o Hospital Regional, mas não resistiu e veio a óbito;
No sábado a Sesapi informou que ela era o décimo óbito por coronavírus no Piauí e o primeiro em Picos. Desde então a polêmica não para, com muitos questionamentos e discussões nas redes sociais sobre a veracidade das informações. E agora, como discorrido na matéria, essa questão terminará na justiça

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