TRÊS HOMENS SE CASAM EM BRASÍLIA.


Marcos, Edcharles e Wendel vivem juntos desde 2016 e decidiram celebrar a relação publicamente.

Um relacionamento que desafia os padrões tradicionais de monogamia ganhou os holofotes em Brasília. Marcos Aragão, Edcharles Severiano e Wendel Fernandes oficializaram a união poliafetiva em uma cerimônia que rapidamente se tornou viral nas redes sociais. Juntos como um trio há oito anos, eles defendem que a relação é sustentada pelo consenso e pelo afeto mútuo.

Embora a celebração seja recente, o vínculo entre os três não é novo. A trajetória começou em 2014 e, a partir de 2016, o relacionamento evoluiu para o formato "a três". Segundo os envolvidos, a decisão de oficializar a união é um passo importante para dar visibilidade ao amor que compartilham e para mostrar que existem diferentes formas de constituição familiar.


Como esperado, o registro da cerimônia gerou uma avalanche de comentários. De um lado, críticos e internautas irônicos questionaram a validade e a estrutura da relação. De outro, defensores da liberdade individual celebraram a coragem do trio e pautaram discussões sobre o reconhecimento de uniões poliafetivas no Brasil, um tema que ainda enfrenta barreiras jurídicas no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Um relacionamento que desafia os padrões tradicionais de monogamia ganhou os holofotes em Brasília. Marcos Aragão, Edcharles Severiano e Wendel Fernandes oficializaram a união poliafetiva em uma cerimônia que rapidamente se tornou viral nas redes sociais. Juntos como um trio há oito anos, eles defendem que a relação é sustentada pelo consenso e pelo afeto mútuo.

Embora a celebração seja recente, o vínculo entre os três não é novo. A trajetória começou em 2014 e, a partir de 2016, o relacionamento evoluiu para o formato "a três". Segundo os envolvidos, a decisão de oficializar a união é um passo importante para dar visibilidade ao amor que compartilham e para mostrar que existem diferentes formas de constituição familiar.

Como esperado, o registro da cerimônia gerou uma avalanche de comentários. De um lado, críticos e internautas irônicos questionaram a validade e a estrutura da relação. De outro, defensores da liberdade individual celebraram a coragem do trio e pautaram discussões sobre o reconhecimento de uniões poliafetivas no Brasil, um tema que ainda enfrenta barreiras jurídicas no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

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